REGIMENTO INTERNO DA IGREJA CONGREGACIONAL PENTECOSTAL

PREFÁCIO

ATAS DO DIA 29 DE JANEIRO DE 1921

 

                Portanto: Nós desejamos declarar, sendo reunido para organizar uma IGREJA CONGREGACIONAL PENTECOSTAL, que é com motivo de tristeza pelo que tal cousa seja necessária, mas sentimos honestamente que o Espírito do Senhor exige tal ação; assim é em obediência a Deus, e em consideração aos seus humildes seguidores, que organizamos uma Igreja Congregacional Pentecostal declarando a fé ensinada pelas doutrinas de Jesus Cristo e pelos apóstolos a qual traz para todos e qualquer que aceitam a salvação do pecado e do pecar, e o batismo com o espírito Santo.

                Nosso objetivo é seguir os ensinamentos da Bíblia. Assim, quanto à forma de governo, aceitamos o governo Congregacional, pois nenhuma ação realizada nem pela minoria nem pela maioria glorificará a Deus a não ser que permitamos que o amor de Deus dirija nossos corações e vidas. Todavia, observamos como a Igreja e o Estado têm sofrido quando a minoria assumiu o controle absoluto do governo. Assim sabendo por experiência ou observação a injustiça e sofrimento trazido às pessoas quando a assembléia inteira não se permite falar, com sentido de responsabilidade a Deus e aos Seus seguidores, também com coragem, organizamos a IGREJA CONGREGACIONAL PENTECOSTAL, crendo que já seja o choro de muitos corações puros para tal igreja. Assim é com um propósito em nossos corações a glorificar a Deus que nós apresentamos esta forma de governo e Artigos de Fé.

IMPORTANTE

 

                O propósito da Igreja Congregacional Pentecostal é cumprir a palavra de Deus considerando e obedecendo a Grande Comissão de Jesus. Isto inclui evangelizar, disciplinar, plantar igrejas, ajudar no crescimento e desenvolvimento da igreja tanto no Brasil como em outras nações. Ajudar os crentes a descobrir, desenvolver e usar os seus dons dados por Deus no cumprimento do Seu significante serviço e poder relacionar espiritualmente e fisicamente à inteira necessidade do gênero humano.

 

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                A Igreja Congregacional Pentecostal é filiada a CONGREGATIONAL HOLINESS CHURCH,  INC. Com sede internacional em Griffin, Geórgia, EUA. Ela foi organizada e fundada em 1921 na cidade de High Shoals, Geórgia, EUA. Seus Líderes fundadores foram: Watson Sorrow, Hugh Bolding, T. B. Hoard, J. P. Crew, B. L. Cox, W.J.A. Russum. A Igreja Congregacional Pentecostal tem sua ramificação histórica na Holiness, asas do grande movimento Pentecostal na época.

 

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                Em relação com outras denominações, assim declaram os Artigos de Fé da Igreja Congregacional Pentecostal: “Nós cremos que a Noiva de Cristo constitui-se da inteira Igreja Espiritual”. A igreja tem as portas abertas para companheirismo de igrejas.

 

 

 

 

REGIMENTO INTERNO 

DA

IGREJA CONGREGACIONAL PENTECOSTAL

 

CAPÍTULO 1

ARTIGOS DE FÉ - DOUTRINA

 

  1. Há um só Deus verdadeiro e vivente, o Grande Criador, e há três pessoas na Divindade: O Pai, O Filho e o Espírito Santo. Gênesis. 1: 1-27; Mateus. 28:19; I João. 5:7

  2. Nós cremos que a Bíblia Sagrada é a Palavra Inspirada de Deus. II Timóteo 3:16; II Pedro 1: 20-21.

  3. Nós cremos que somos justificados ao momento quando arrependemo-nos dos nossos pecados e cremos em Jesus Cristo. Marcos 1:15; Atos 13:38-39; Romanos 5:1

  4. Nós cremos que a santificação é uma obra definida subseqüente à salvação. João 15:2; 17:16-17; Efésios 5:25-27; I João 1:9.

  5. Nós cremos no batismo com o Espírito Santo, e o falar em outras línguas (conforme o Espírito Santo conceda que fale) é a evidencia iniciatória de ter recebido esta experiência. Atos. 2:4; 19:6; 10:44-46.

  6. Nós cremos na cura divina para o corpo. Atos 3:2-12; 9:32-43; 5:15-16; Tiago 5:14. Não condenamos a ciência médica.

  7. Nós cremos que as bênçãos que recebemos de Deus, inclusive a cura divina, vem por intermédio do merecimento da propiciação de Jesus.  Romanos 5:11; Tiago 1: 16-17.

  8. Nós cremos na operação dos noves dons do Espírito e pedimos que nosso povo viva de tal maneira que estes dons se manifestem nas suas vidas. I Coríntios 12:1-12.

  9. Nós cremos na Segunda Vinda iminente, pessoal, premilenária do nosso Senhor Jesus Cristo. Atos 1:10-11; I Ts. 4:13-18; Ap.1:7.

  10. Nós, como uma igreja, cremos na eterna redenção de todos os santos que permanecem fiéis até o fim. Mateus 24:13; Apocalipse 2:10. Portanto não aceitamos a idéia de que uma vez salvo, voltando ao pecado, não perde a salvação “. I Coríntios 10;12; Gálatas 5:4.

  11. Nós cremos que todos que morrerem fora de Cristo serão castigados eternamente, mas os que morrerem nele tomarão parte na sua Glória para sempre. Dn.12:2; Mt.25: 46; João 5:29; Judas 7.

  12. Nós cremos que a Noiva de Cristo Constitui-se da inteira igreja espiritual. I Coríntios 12:25; II Coríntios 11:2; Gálatas 3:28-29; Efésios 4:16; 5:23-33; Apocalipse 19:7-8.

  13. Nós pedimos que todos os nossos ministros falem o mesmo e que não haja nenhuma divisão em nosso meio em doutrina concernente os nossos Artigos de Fé. I Coríntios 1:10.

 

CAPÍTULO 2

FORMA DE GOVERNO

 

  1. Este corpo de louvadores será conhecido como a “IGREJA CONGREGACIONAL PENTECOSTAL”. Sua forma de governo será Congregacional. Nós guardamos os regulamentos parlamentares como regras de ordem nas reuniões de negócios.

  2. Os Artigos de Fé, Forma de Governo, e Exigências para Ser Membro não serão alteradas até que a referida alteração seja apresentada a cada igreja local e a maioria dos membros presentes votando em favor da alteração.

 

 

 

 

 

CAPÍTULO 3

O QUE MANTEMOS

 

  1. Nós pedimos que o nosso povo se vistam com simplicidade e modéstia, como convém a santidade; no incorruptível traje de um espírito manso e quieto que é precioso diante de Deus. I Timóteo 2:9; I Pedro 3:4.

  2. Pedimos que os nossos membros sigam os princípios de santidade como ensinados na Bíblia. Eles não devem assistir programas imorais na televisão ou nos cinemas. Loterias, jogos de azar, e conduta imprópria não se praticarão por nossos membros. Romanos 12:2; II Coríntios 6:17.

  3. Desde que proibimos o uso de tabaco de qualquer forma, pedimos que nossos membros se abstenham tanto quanto seja possível da criação ou comercialização do mesmo. Bebidas alcoólicas e drogas são proibidas.

  4. Nossos membros devem observar o primeiro dia da semana (Domingo) como o verdadeiro Sábado cristão. Atos 20:7; I Co. 16:2. Todos os membros são chamados a assistir a todos os cultos semanais de sua respectiva igreja local.

  5. Devemos promover a fraternidade de uns para os outros sem murmurações, tendo antes de tudo, ardente amor uns para os outros. I Pedro 4:8-9.

  6. Considerando que o Espírito dá a Palavra proferida quando uma pessoa é batizada com o Espírito Santo, nós rejeitamos a prática de uma pessoa falar para o outro o que dizer para falar em línguas. Nós também rejeitamos o ensino que aquele que recebeu o batismo com o Espírito Santo possa falar em línguas quando bem quiser sem o Espírito orientar a declaração (Palavra proferida).

 

 

CAPÍTULO 4

EXIGÊNCIA PARA SER MEMBRO

 

  1. Ninguém será admitido como membro desta igreja que não tenha certeza que é nascido de Deus. João 3:7; I João 3:9; 5:16.

  2. O membro deve estar de acordo com os Artigos de Fé, e também se abster do uso de tabaco de qualquer forma, do uso de linguagem profana, e qualquer outra coisa contrária a uma vida santa, e deve usar a Bíblia como sua regra de conduta. I Coríntios 3:16-17; II Coríntios 7:1.

  3. Ninguém que faz parte por juramento de sociedade secreta será recebido como membro desta igreja. Sociedades secretas por juramento não se refere aos sindicatos trabalhistas que não estejam com juramento. Mt. 24:26; Jo.18:20; II Co.6:14-18; Ef. 5:12.

  4. Qualquer um que tem espírito pervertido, tais como: Homossexualismo ou lesbianismo, não deve ser aceito como membro da Igreja Congregacional Pentecostal. Romanos 1:26-32; Lv. 18:22; I co.6:9-10.

 

 

 

CAPÍTULO 5

MEMBROS DA IGREJA

 

TRANSFERÊNCIA DE MEMBROS

  1. Nenhum membro da Igreja Congregacional Pentecostal passará para outra Igreja Congregacional Pentecostal sem uma carta de transferência de sua igreja procedente. Todas as cartas de transferência serão nulas depois de três (3) meses da sua emissão.

  2. Uma carta de transferência não será emitida sem um pedido escrito do secretário da igreja com que o membro deseja unir. Esta carta não será emitida se a maioria da diretoria da igreja não aprove tal ação. Que os membros da igreja seja informado quando um nome é excluído do rol de membros.

  3. Ninguém pode ser membro de uma Igreja Congregacional Pentecostal enquanto continua a ser membro de alguma organização ou igreja independente. Membros que estejam em tais casos serão barrados imediatamente.

  4. Membros surpreendidos nalguma falta serão retirados de suas funções após ser aconselhado e aplicado princípios Bíblicos. Gálatas 6:1.

 

MEMBROS NÃO CONGREGADOS

  1. Qualquer membro local que não assisti a um culto na sua igreja local em que é membro por um tempo contínuo de seis(6) meses, ou não dá parte(justifica) por escrito ao pastor local durante o mesmo tempo, será incluído na LISTA DE MEMBROS INATIVOS. A junta local decidirá sobre todos os nomes que deverão ser colocados na LISTA DOS INATIVOS. Membros que estejam fora em escolas ou Serviço Militar, ou que estejam sofrendo enfermidade prolongada, são isentos do regulamento acima. Os nomes na lista dos inativos não serão incluído como membros nos relatórios anuais da igreja e nem nos relatórios conferências. Os inativos não terão o direito de votar em nenhuma sessão ou reunião de sua igreja local. O Pastor deve explicar este regulamento aos membros novos na hora de recebe-los como membro. Os membros devem ser avisados quando colocados na LISTA DOS INATIVOS.

  2. Nenhum membro inativo deve ser reativado sem aprovação da Junta da igreja local em que era membro. Qualquer pastor que colocar um membro na lista dos inativos deve comunicar ao seu Superintendente Estadual, e o mesmo deve ser responsável com sua Junta Estadual em seguir as normas do comunicado.

 

 

CAPÍTULO 6

ORDENANÇAS DA IGREJA

 

1. BATISMO DAS ÁGUAS:

Cremos que todos os crentes devem ser batizados nas águas. O batismo se realizará por emissão por um Ministro Ordenado ou indicado, conforme o mandamento do Nosso Bendito Senhor. “Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo”. Mateus 28:19; Marcos 16:16.

 

2. A SANTA CEIA:

Todos os crentes estão convidados para participarem da Santa Ceia conosco. Mateus 26:26-29. Os elementos da ceia são o pão e o vinho. Por serem elementos simbólicos todas as igrejas locais estão livres para escolherem o tipo de pão e o tipo de vinho para representarem o corpo e o sangue de Cristo.

 

 

CAPÍTULO 7

CONCERNENTE A GUERRA

 

  1. Nós cremos que o governo é ordenado de Deus e que os Filhos de Deus devem ser sujeitos às potestades superiores, conforme Romanos 13:1-7; mas ainda como a Palavra de Deus nos ensina a “seguir a paz com todos”,  “amar a nossos inimigos”, “não resistir ao mal”, nós cremos que a guerra seja em desacordo com os princípios do Evangelho e que os filhos de Deus não devem pegar em armas contra seu próximo. Todavia, os nossos membros não são proibidos a servir no Serviço Militar. Mateus 5:39-48; Hebreus 12:14.

 

 

CAPÍTULO 8

FINANÇAS

 

1. DÍZIMOS

a) Dízimos de obreiros credenciados:

Todos os pastores e dirigentes que recebem subvenções de sua igreja local pagarão os dízimos dessa subvenção mensalmente à sua Tesouraria Estadual, bem como o dízimo de seu emprego secular.

 

b) Dízimos pagos para Igreja Local:

Pastores e obreiros credenciados que não estejam dirigindo igrejas pagarão seus dízimos do emprego secular e ajudas ministeriais à sua igreja local onde é membro. Todas as pessoas que têm função na igreja local pagarão também seus dízimos à sua própria igreja local onde é membro. Nenhuma pessoa poderá requerer aquilo que foi feito pela igreja local com seus Dízimos ou ofertas como se fosse um benefício próprio.

 

c) Repasse de valores  para Tesouraria Estadual:

Cada tesouraria de igreja local enviará o percentual indicado de todos os dízimos e ofertas recebidas pela igreja local à sua tesouraria estadual.  O percentual é indicado pelo Superintendente Estadual obedecendo às normas de cada estado. Cada Estado é livre para definir o percentual a ser repassado a sua tesouraria estadual.

 

d) Repasse de valores  para Tesouraria Nacional:

O ESTADO QUE SOMA DEZ IGREJAS LOCAIS OU MAIS:

Cada Igreja Local repassará 1%(um porcento) de sua renda para a Tesouraria Nacional. O dinheiro é remetido mensalmente à Tesouraria Estadual e essa à Tesouraria Nacional. Esse dinheiro será usado para atender os programas nacionais e viagens do Superintendente Nacional para visitar as igrejas nos Estados.

 

O ESTADO QUE SOMA NOVE IGREJAS LOCAIS OU MENOS:

A sede desse Estado enviará 10% de sua renda mensal local para a Tesouraria Nacional. O Superintendente Estadual pode requerer 1% (um porcento) de casa igreja local para ajudar nesse valor a ser enviada a tesouraria nacional.

 

 

2. Todos os superintendentes, ministros (pastores), presbíteros, evangelistas, pregadores, obreiros, diáconos e líderes diversos promoverão a estrutura financeira de nossa igreja, dando o dízimo e pregando o dízimo.

 

3. Qualquer pessoa envolvida com dívidas pessoais, endividadas, ou seja, que tenha contraído dívidas que não possa pagar, não pode servir em nenhuma posição na igreja local, estadual ou nacional até que a dívida seja paga.

 

4. Cada Escola Bíblica, JMC, FHC, CMS, ou outro departamento ou ministério local, ou eventos, ou campanhas de arrecadação financeira terão seus montantes adicionados ao relatório mensal na igreja local. Toda renda da igreja local estará informada no relatório, nada ficará aparte do relatório financeiro mensal.

 

5. Todo Ministro (pastor), Presbítero, Evangelista, Pregador, Obreiro e Diácono credenciados pagará 10% do salário mínimo por ano e todos os membros com função (Diretorias de Departamentos locais e outros) pagará 5% do salário mínimo por ano à Tesouraria Estadual. Este dinheiro será pago antes da Conferência Anual nos Estados respectivos. Todo aquele credenciado que não liquidar sua taxa anual não receberá a renovação de sua credencial até que pague o valor acima. Esses percentuais podem representam a taxa de matrícula nas conferências estaduais.

 

7. Toda igreja será exigida obedecer esta estrutura financeira. No caso de uma igreja local não cumprir o sistema supracitado, será de responsabilidade do Superintendente do Estado chamar a atenção do pastor e junta local da dita igreja. Será de responsabilidade do pastor local apresentar o referido sistema financeiro à sua igreja local para se realizar.

 

8. Qualquer igreja local, obreiro credenciado, ou membro com função que não concorda com o sistema financeiro acima não terá direito a dar opinião, sugestão, ou interferir na organização de nenhuma Igreja Local, Estadual, Nacional ou Convenção Nacional e não poderá ocupara nenhuma função na igreja em que é membro e nem servir em qualquer posição na Diretoria Local, Estadual ou Nacional.

 

9.  Nós reconhecemos que é obrigação da igreja local apoiar financeiramente o pastor local.  

“Deem, e lhes será dado: uma boa medida, calcada, sacudida e transbordante será dada a vocês. Pois a medida que usarem, também será usada para medir vocês".Lc.6:38.  

Vocês não sabem que aqueles que trabalham no templo alimentam-se das coisas do templo, e que os que servem diante do altar participam do que é oferecido no altar? Da mesma forma o Senhor ordenou àqueles que pregam o evangelho, que vivam do evangelho. I Co.9:13-14.

 

10. Que todos os tesoureiros de igrejas locais, estaduais e nacional depositem todo o dinheiro em nome da igreja e mantenha registros em livros ou formulários. Envie um relatório financeiro mensal à tesouraria estadual. Cada igreja local será provida de seu próprio relatório mensal em que se encontra para verificação quando necessário.

 

 

 

 

CAPÍTULO 9

IGREJA LOCAL E PROPRIEDADES

 

 

  1. ORGANIZAÇÃO DE IGREJAS LOCAIS

  1. Qualquer Ministro Ordenado com esta entidade tem a autoridade de estabelecer uma igreja local num município onde não tem igreja local desta entidade, sendo que tenha ao menos cinco pessoas com este desejo, e estas cinco pessoas não sendo presentemente membros da Igreja Congregacional Pentecostal, mas vivendo de acordo com o nosso Regimento.

  2. A Diretoria Estadual terá a autoridade de guardar a propriedade local em nome da Igreja Congregacional Pentecostal.

 

  1. TRANSFERÊNCIA DE UMA IGREJA

    1. Nenhuma igreja local poderá ser transferida para outro Estado. Ela estará sempre subordinada a Diretoria de seu Estado. Exceto decisões da Convenção Nacional.

 

 

  1. VENDA DE PROPRIEDADE DA IGREJA

  1. Nenhum pastor ou igreja local poderá vender sua propriedade sem permissão da Diretoria Estadual. O Lucro da venda da propriedade da igreja será usado no melhoramento desta entidade conforme a decisão da Diretoria Estadual.

  2. Se uma Igreja Local não tiver que eleger procuradores, os membros da Diretoria Estadual se tornam automaticamente os procuradores da propriedade da dita Igreja local.

 

 

 

  1. NOVAS IGREJAS OU CONGREGAÇÕES NO ESTADO

    1. Qualquer ministro que deseja começar uma Igreja ou congregação pela Igreja Congregacional Pentecostal em qualquer Estado tem que seguir estes procedimentos: Primeiro, notificar ao Superintendente do Estado antes de começar a obra; segundo, vir antes ao Superintendente Estadual se apresentar para aceitação da abertura da obra no Estado.

    2. O Superintendente Estadual avaliará o progresso da nova obra a cada seis meses.  O pastor que estar pastoreando a nova obra deve pagar seus dízimos, incluindo o da igreja local.

 

 

CAPÍTULO 10

PASTORES

 

  1. Ninguém será permitido a pastorear qualquer uma de nossas igrejas locais que não tenha feito parte da Entidade por ao menos um ano, a não ser que tenha a aprovação do Superintendente Estadual. Cada pastor deve ser membro localmente da Igreja Congregacional Pentecostal aonde estar pastoreando.

  2. Considerando que nós exigimos para todos nossos pastores que sejam um membro da igreja que estão pastoreando, quando um de nossos ministros é apontado como pastor de uma Igreja Congregacional Pentecostal, ele se torna um membro daquela igreja automaticamente ao assumir os deveres dele como pastor.

  3. Qualquer Ministro da Igreja Congregacional Pentecostal que tem feito parte da igreja por um ano terá direito de servir como pastor em qualquer Estado, área ou divisão nacional desta entidade, se sua vida está de acordo com os Artigos de Fé e está em comunhão com a Diretoria Estadual e Nacional. Ele estará sob a responsabilidade do Superintendente Estadual onde trabalha.

  4. Nossos pastores devem explicar claramente as EXIGÊNCIAS PARA SER MEMBRO a todos que desejam ser membros da Igreja.

  5. Nenhum pastor poderá abandonar o seu pastorado local sem avisar ao Superintendente Estadual e a sua igreja local com trinta dias de antecedência.

  6. Para ser pastor a pessoa tem que está cooperando com o sistema financeiro da entidade estadual e nacional.

  7. Nenhuma pessoa credenciada da Igreja Congregacional Pentecostal será permitida a servir ou pastorear igreja de outra entidade sem o consentimento de seu Superintendente Estadual.  Mesmo com o consentimento, ainda a pessoa terá que pagar os seus dízimos a Tesouraria Estadual da Igreja Congregacional Pentecostal onde era membro.

  8. Não haverá nenhum projeto, programas, pregadores ou oradores na igreja local sem a aprovação do pastor da igreja local. Também, projetos, programas, pregadores ou oradores para acampamentos de mocidade, seminários, retiros, devem ser aprovadas e submetidos à Diretoria Estadual antes de serem confirmados os nomes dos candidatos. Isto se aplica Localmente, Estadualmente e Nacionalmente.

 

CAPÍTULO 11

OFICIAIS DE IGREJAS LOCAIS E SEUS DEVERES

 

1.            OFICIAIS LOCAIS

Cada Igreja Local elegerá anualmente os seguintes oficiais locais:

3(três) procuradores (Somente quando necessário);

O mínimo de três diáconos se for possível ou 1 (um) diácono para cada 20 membros ou fração;

1 (um) secretário;

1 (um) tesoureiro;

Estes oficiais devem se membros da Igreja Congregacional Pentecostal.

 

2.            Todos os oficiais locais devem está de acordo com o Regimento da Igreja Congregacional Pentecostal.

 

3.            PROCURADORES:

A Diretoria Estadual servirá como procurador da entidade  e igrejas locais. Se for absolutamente necessário, uma igreja local poderá eleger três(3) procuradores para manter em segurança a propriedade da mesma. Os procuradores cuidarão da documentação das propriedades da igreja, tendo a mesma registrada propriamente em nome da Igreja Congregacional Pentecostal. Eles não terão o direito de vender, trocar ou dispor de qualquer patrimônio da igreja sem uma autorização do Superintendente Estadual.

 

4.            DIÁCONOS

Seus deveres são: primeiro, manter ordem na igreja; segundo, manter o templo em estado confortável e limpo. Ele não terá autoridade de dirigir uma sessão local ou receber membros novos na igreja. Nenhum ministro credenciado será eleito a esta posição. Para ser diácono a pessoa deve ter feito parte da igreja como membro pelo menos um(1) ano, com exceção de novas igrejas.

 

 

5.            QUALIFICAÇÕES PARA DIÁCONO:

A vida e caráter de um homem têm que passar por certos critérios antes dele puder ser qualificado para servir. A Escritura ditam as qualificações.

  1. O diácono deve ser escolhido de “dentre vós”(Atos 6:3), um  membro legal de pelo menos um ano na igreja Local.

  2. O diácono deve ser um homem de boa reputação (Atos 6:3). A confiança da congregação nele é essencial.

  3. O diácono é uma pessoa espiritual “cheia do Espírito Santo”. (Atos 6:3), e continua sendo “cheio”. (Efésios 5:18).

  4. O diácono deve ter livre vontade de estar envolvido no trabalho de Deus através da igreja. Ele é para servir. (Atos 6:2). Ele deve regularmente assistir os cultos na sua igreja local.

  5. O diácono deve ser “sincero”. (I Timóteo 3:8). Não dado a muito vinho.

  6. O diácono deve ser “não ganancioso”(I Timóteo 3:8), deve ser dizimista fiel, não motivado por dinheiro, generoso.

  7. Governar bem seus filhos e sua própria casa (1 Timóteo 3:12).

  8. A esposa do diácono deve ser um exemplo de uma vida Cristã, “respeitáveis, não caluniadoras, sóbria, fiel em todas as coisas”, (1timóteo 3:11).

 

6.            SECRETÁRIO

Seus deveres são: manter corretamente um livro de todos os Procedimentos (livros atas) da igreja, inclusive um rol de Membros e listas de membros inativos.

 

7.            TESOUREIRO

Seus deveres são: manter livros na forma comercial de todo o movimento financeiro da igreja local; realizar pagamentos conforme a sua autoridade; preparar, ao fim de cada trimestre relatórios financeiros, e ao fim de cada ano, recebos de contribuições para cada doador que pede.

 

8.            OFICIAIS DA DIRETORIA LOCAL

A Diretoria local se constituirá do:

1. Pastor local;

2  Secretário(a)

3. Tesoureiro(a)

4. Diáconos

5. Outros....

 

9.            DEVERES DOS OFICIAIS DA DIRETORIA LOCAL.

A Diretoria auxiliará o pastor em assuntos que pertencem ao bem está espiritual da igreja e fará o trabalho de suas funções.

  1. A diretoria Local reconhecerá que foi escolhido para servir a igreja, e não para governar; também que seus membros são responsáveis para apresentar propósitos de interesses perante a igreja local.

  2. O Pastor será considerado como líder espiritual da igreja e dirigirá todas as suas atividades pastorais. Ele será o presidente do corpo e de toda a reunião de negócios da Igreja e da diretoria Local. Ele será o membro ex-ofício dos comitês e departamentos locais.

  3. Relações:

    1. Para o Pastor: O membro da Diretoria é o aconselhador do pastor, auxiliar, ajudante, e companheiro em todas as atividades. Nesta posição ele é ajudador leal ao pastor, ajudando a cumprir a visão e metas que Deus deu a ele para a igreja local. O pastor é o presidente da Diretoria local.

    2. Para a própria Diretoria Local: os membros da diretoria formam um time, trabalhando junto dentro da extensão da tarefa de cada um, com a visão de alcançar o crescimento próspero da igreja. Os membros da diretoria devem buscar desenvolver uma relação íntima, por oração mútua, adoração, cooperação, colaborando com o pastor da igreja.

    3. Para a Igreja: Os membros da diretoria promoverão benevolência na igreja e devem fortalecer as pessoas a confiar na liderança do pastor. O interesse espiritual e bem-estar da igreja são a preocupação e responsabilidade da diretoria.

    4. Para a Comunidade: os membros da diretoria devem ser as relações públicas da igreja com às pessoas da comunidade. Suas vidas devem ser um testemunho de verdadeiros Cristãos, pois conduzindo-se assim honrarão a Cristo.

    5. Eles ajudarão o pastor a promover os programas da igreja local e serão responsáveis, junto com o pastor, pela cooperação da Igreja com o Estado e programas Nacionais.

 

11.          A Diretoria e a Igreja Local não farão nenhuma regra concernente  a finanças contrária a Disciplina da Igreja ou ao Estado respectivo.

 

12.          APONTAÇÃO OU ELEIÇÃO PARA OFICIAIS DA ESCOLA BÍBLICA.

  1. Os Membros da Igreja local elegerão um Diretor da Escola Bíblica ou o mesmo será apontado pelo pastor local. A diretoria com a ajuda do Diretor da Escola Bíblica organizarão a escola e farão recomendações de melhoramento para os professores e oficiais da Escola Bíblica. Todas as suas decisões se apresentarão perante a igreja local para serem aprovados.

 

  1. Desde que a Escola Bíblica e a Junta da Mocidade Congregacional sejam departamentos auxiliares da igreja, nós pedimos que todos os oficiais e professores das mesmas sejam membros da igreja quando for possível; quando não é possível, as vidas e doutrinas dos mesmos devem estar em acordo com a Disciplina da Igreja. Também pedimos que se use literatura aprovada pela Igreja Congregacional Pentecostal.

CAPÍTULO 12

CONSELHO MISSIONÁRIO DAS SENHORAS (C.M.S.).

 

NOME:

O Nome oficial desta organização será o CONSELHO MISSIONÁRIO DAS SENHORAS da igreja Congregacional Pentecostal, por resumo sendo chamado CMS. Funcionará como departamento local, Estadual e Nacional.

 

OBJETIVO:

Para dar oportunidade às mulheres, pessoalmente e como grupo, a crescer no reconhecimento de Cristo e se fortalecerem como membros de seu Corpo para que elas possam entender e cumprir suas responsabilidades na família, na congregação, na comunidade, e em volta do mundo.

 

CONSELHO LOCAL

  1. Membros

As senhoras tornam a ser membro do Conselho Local voluntariamente na base seguinte:

  1. Todos os membros femininos da Igreja Congregacional Pentecostal e também outras senhoras na comunidade perto da Igreja Local sendo de acordo com o trabalho da Igreja Local, podem ser membro ativo.

  2. Todas as senhoras suportando o programa local que desejam ser membro, mas devido a impedimentos físicos, horários inconvenientes de emprego, ou por outras razões justificáveis, elas acham impossível assistir todas as reuniões mensais, poderão se alistar no rol de membros associados.

  3.  As oficiais do Conselho Local será membro da Igreja Congregacional Pentecostal.

 

 

  1. Oficiais e suas Eleições

As oficiais do CMS Local serão a Presidente, Vice-presidente, Segundo Vice-presidente, Secretária e tesoureiro, as quais constituirão a JUNTA OFICIAL. Estes Oficiais serão eleitos anualmente e servirão até a eleição de suas sucessoras.

 

  1. Deveres dos Oficiais

    1. A Presidente presidirá todas as reuniões do Conselho e da Junta sob sua responsabilidade, e será um membro ex-ofício de todas as comissões do CMS.

    2. A Vice-Presidente será uma cooperadora para a Presidente e na ausência da Presidente ela preencherá a dita posição.

    3. A Segunda Vice-presidente será responsável pela organização e coordenação de todos os programas locais sob a supervisão da Presidente.

    4. A responsabilidade da Secretária é escrever as atas das reuniões do Conselho e cuidar dos registros, correspondência e publicidade.

    5. A Tesouraria manterá registros na forma comercial do movimento financeiro do Conselho e deve pagar despesas somente quando  autorizada pelo conselho Local. Estes deveres também se referem aos oficiais Estaduais, nacionais e Gerais.

 

  1. Reuniões

O Conselho Local se reunirá ao menos uma vez por mês.

 

  1. Mensalidades

O Conselho Local tem o direito de cobrar uma mensalidade. Cada conselho local remeterá 10% dos recebimentos a sua Tesouraria Estadual do CMS para ser usado nas despesas do Conselho Estadual, o mesmo fará para o Conselho Nacional.

 

CONSELHO ESTADUAL E NACIONAL

1. A diretoria do Conselho Estadual e Nacional

  1. A diretoria do Conselho Estadual e Nacional se constituirá da Presidente, Vice-presidente, Secretária e Tesoureira.

  2. Qualquer membro de um Conselho Local que seja membro local da Igreja Congregacional Pentecostal poderá ser membro da Junta Estadual ou Nacional do CMS.

2  Reuniões

  1. O Conselho Estadual se reunirá trimestralmente e a  Nacional anualmente.

  2. O Conselho Nacional durante sua conferência escolherá o lugar da próxima reunião.

CAPÍTULO 13

JUNTA DA MOCIDADE CONGREGACIONAL (JMC)

 

NÍVEL LOCAL

  1. NOME

O nome desta organização será a JUNTA DA MOCIDADE CONGREGACIONAL, por resumo sendo chamado JMC.

 

  1. OBJETIVO

O Objetivo desta organização será desenvolver o caráter cristão, treinar a           mocidade da igreja para o trabalho cristão, e prestar auxílio a necessidade completa da mocidade: espiritual, mental, física, e social.

 

  1. MEMBROS

            Todos que frequentam os cultos da JMC podem ser membros.

 

  1. OFICIAIS LOCAIS

A diretoria local desta  organização se constituirá do presidente, Vice-presidente, Secretário e Tesoureiro. Todos os oficiais devem ser membros da Igreja Congregacional Pentecostal.

 

  1. DEVERES OFICIAIS

 

  1. O presidente presidirá todas as  reuniões da Junta. Ele, junto com o Pastor local, supervisionará o trabalho das comissões da JMC e promoverão os objetivos da mesma.

  2. O Vice-presidente preencherá a posição do Presidente na sua ausência.

  3. O Secretário cuidará dos registros, inscrever as atas das reuniões de negócios da Junta, e prestar relatórios.

  4. O Tesoureiro registrará todo o movimento financeiro da Junta e pagará as despesas da Junta conforme a sua autoridade.

 

 6.    ELEIÇÕES DOS OFICIAIS

Os Oficiais serão eleitos por cédula, anão ser que o Pastor ou Igreja local queira por outro modo. A maioria dos votos é necessário para ser eleito.

 

7.  AFILIAÇÃO

  1. Afiliação a Igreja Local

Esta organização cooperará com todos os programas patrocinados pela Igreja Local. As atividades e cultos da JMC não discordarão, nem prejudicarão, as atividades e cultos normais da igreja local. A eleição dos oficiais será sujeito à provação do pastor e igreja local.

  1. A filiação a  Junta Estadual, a Junta Nacional. A JMC será sujeito aos oficiais estaduais e Nacionais.

 

8.  Reuniões

                As reuniões locais da JMC se realizarão uma vez por semana.

 

9. Finanças

  1. Uma oferta será tirada nas reuniões da JMC para ajudar nas despesas incidentais da Junta e dos projetos da JMC com aprovação do Pastor.

  2. 10% das ofertas da JMC Local será mandado cada mês para o Tesoureiro Estadual.

NÍVEL NACIONAL

1. Oficiais Nacionais

A diretoria Nacional da JMC se constituirá do Diretor Nacional, Secretário Nacional, tesoureiro Nacional e dos Presidentes Estaduais de cada estado. Estes devem ser membros da Igreja Congregacional Pentecostal, e serão apontados pela Convenção Nacional.

2.  Objetivos

A Diretoria Nacional organizará programas e projetos da JMC Nacional para promover a fraternidade entre as JMC”locais.

 

3.  Reuniões

A JMC Nacional deve se reunir ao menos uma vez por ano para promover os objetivo da mesma.

 

CAPÍTULO 14

FRATERNIDADE DOS HOMENS CONGREGACIONAIS

(FHC)

 

1. NOME

O nome oficial deste departamento será a FRATERNIDADE DOS HOMENS CONGREGACIONAIS.

 

2. OBJETIVOS

  1. Suprir um meio para ganhar e treinar homens a Cristo e à Igreja.

  2. Demonstrar a imagem verdadeira da Igreja Congregacional Pentecostal.

  3. Extender a fraternidade para aqueles homens não crentes que sempre freqüentam, amam e apóiam a igreja.

  4. Treinar homens para trabalhar com esforços unidos nos vários departamentos na igreja sob a liderança do Pastor.

  5. Desafiar os homens da Igreja Congregacional Pentecostal para patrocinar e participar de atividades, obras e trabalhos que vão além das paredes da igreja.

  6. Inspirar, ensinar e equipar os homens Congregacionais para ser envolvido em Evangelismo Cristão.

 

3. MEMBROS

  1. Os membros serão homens crentes que são membros da Igreja Congregacional    Pentecostal. Todavia, os homens que não membros da Igreja local podem fazer parte da Fraternidade, sendo que eles freqüentam, amam e apóiam a Igreja e vivem de acordo com as doutrinas desta entidade.

  2. Pessoas que ocupam cargo oficial na diretoria local devem ser membros da            Igreja Congregacional Pentecostal.

 

 4. OFICIAIS

  1. Nível local

Os oficiais locais serão: Presidente, Vice-presidente, Secretário e Tesoureiro.

 

  1. Nível Estadual

Os oficiais Estaduais serão: Presidente, Vice-presidente, Secretário e Tesoureiro

 

      c) Nível Nacional:

Os oficiais Nacionais serão Presidente, Vice-presidente, Secretário e Tesoureiro.

 

  5  REUNIÔES

  1. Nível local: Haverá ao menos uma reunião por mês.

  2. Nível Estadual: Haverá ao menos uma reunião para cada trimestre.

  3. Nível Nacional: Haverá ao menos uma reunião por ano.

  

 6. FINANÇAS:

  1. Nível local:a FHC local estabelecerá uma mensalidade razoável, e também receberá  ofertas voluntárias para pagar as despesas da FHC. Esta dará 10% do seu dinheiro para a FHC Estadual.

  2. Nível Estadual: A Tesouraria Estadual da FHC dará 10% do seu dinheiro para a FHC nacional

 

7. PERÍODO DE FUNÇÃO DOS OFICIAIS

  1. Oficiais locais – um ano.

  2. Oficiais estaduais – Dois anos.

  3. Oficiais nacionais – Quatro anos.

 

8. UNIÃO

  1. A FHC sempre trabalhará em acordo com o pastor local e com os programas da igreja.

  2. A FHC sempre considerará o pastor e planos da igreja local para não agir contrário aos mesmos.

  3. A FHC é um departamento local, Estadual e Nacional

 

 

CAPÍTULO 15
SUPERINTENDENTE ESTADUAL

 

  1. Os Superintendentes Estaduais (no caso do Distrito Federal, Superintendente Distrital) são presidentes da Igreja Congregacional Pentecostal em seus Estados com seus próprios CNPJs, filiados a Convenção Nacional. O Superintendente Estadual ajudará no trabalho de promoção do seu Estado. Compete ao mesmo resolver dificuldades nas igrejas de seu Estado. Ele terá preferência na direção de sessões locais. Dificuldades que não podem ser resolvidas serão entregue a Diretoria Nacional.

  2. Superintendentes Estaduais são membros filiados a Convenção Nacional, devem ser Ministros e servirão sob a responsabilidade do Superintendente Nacional e Diretoria Nacional.

 

 

CAPÍTULO 16

DATA DE MUDANÇAS DE PASTORES E SUPERINTEDNETES ESTADUAIS

 

  1. Data de mudanças haverá para oficiais locais anualmente.

  2. Não haverá um tempo de mudança para pastores locais. As regras de mudanças serão estabelecidas pelos superintendentes estaduais. A Diretoria Nacional não poderá interferir nessas regras estaduais de mudança de pastores locais.

  3. Superintendentes Estaduais são presidentes estaduais filiados a Convenção Nacional e, portanto representantes da igreja estadual na convenção nacional. Não haverá data de mudança para essa posição.

 

 

CAPÍTULO 17

PERMISSÃO ESTADUAL

 

  1. Cada entidade adquirirá a permissão própria dos Estados em que funciona com CNPJ próprio e filiada a Convenção Nacional da Igreja Congregacional Pentecostal para realizar negócios sob a mesma denominação.

 

 

 

CAPÍTULO 18

CONVENÇÃO NACIONAL E SUPERINTENDENTE NACIONAL

 

  1. A Convenção Nacional é um órgão representativo da Igreja Congregacional Pentecostal em todo Brasil. E não interferirá na administração da igreja estadual. É um órgão de apoio as igrejas estaduais e agirá na conciliação de conflitos e socorros quando solicitada. É filiada a CONGREGATIONAL HOLINESS CHURCH, INC. com sede administrativa em Griffin- Ga, USA.

  2. A Convenção Nacional da Igreja Congregacional Pentecostal é um corpo organizado com poder completo e autoridade para designar os ensinos, princípios, e práticas de todas as igrejas locais que compõe a dita convenção.

  3. A igreja local é um membro da Convenção Nacional e é intitulada a representação nas reuniões de Convenção por seu pastor ordenado e os delegados autorizados de acordo com a quantidade de membros.

  4. A CONVENÇÃO NACIONAL é formada por uma DIRETORIA NACIONAL subordinada ao Departamento de Missões Mundiais da Congregational Holiness Church, Inc.

  5. O Diretor de Missões Mundiais do Departamento de Missões Mundiais da Congregatiuonal Holiness Church, Inc. apontará de quatro(4) em quatro(4) anos na Convenção Nacional uma DIRETORIA NACIONAL se constituindo de um Superintendente Nacional, Vice Superintendente Nacional, Secretário Nacional, Tesoureiro Nacional e Membros (ilimitados, podendo ser todos os demais superintendentes estaduais). A DIRETORIA NACIONAL só poderá ser composto por Superintendentes Estaduais.

  6. O Diretor de Missões Mundiais pode em vez de apontar realizar uma eleição para constituir a Diretoria Nacional.

  7. A Convenção Nacional se realizará de quatro (4) em  quatro (4) anos e as conferências estaduais anualmente ou bienalmente.

  8. O Superintendente Nacional deve ter no mínimo 35 anos de idade, ser Superintendente Estadual, tendo feito parte da entidade como Ministro Ordenado (pastor)  pelo menos 10 anos consecutivos.

  9. O primeiro e segundo assistente do Superintendente Nacional deve ter no mínimo 35 anos de idade, tendo feito parte da entidade como pastor pelo menos 10 anos consecutivos.

  10. O Secretário Nacional e Tesoureiro Nacional não necessitam serem pastores, mais devem ter no mínimo 25 anos de idade, tendo feito parte da entidade pelo menos 5 anos consecutivos com um bom testemunho na igreja local.

  11. O Departamento de Missões Mundiais em Griffin-Geórgia-EUA, responsável pela apontação da DIRETORIA NACIONAL, poderá mudar estas regras quando necessário.

  12. O Superintendente Nacional deve se esforçar para visitar tantas vezes quanto possível os Estados, trabalhando para manter unidade e fraternidade entre a igreja.

  13. O Superintendente Nacional e a Diretoria  Nacional terão a autoridade de realizar qualquer negócio que seja de benefício à entidade que não seja em conflito com o Regimento da entidade.

  14. O Superintendente Nacional pode ser chamado a auxiliar aos pastores e suas igrejas para resolver qualquer dificuldade que possa surgir, e auxiliar aos obreiros credenciados em qualquer maneira que seja necessário, e ver que todas as igrejas e missões tenham pastores e ou obreiros credenciados quando possível.

  15. Compete ao Secretário Nacional redigir, lavrar em livro próprio e assinar as atas das sessões e reuniões da Diretoria Nacional e Convenção Nacional, manter um registro de ministros com credenciais e de igrejas locais, receber e despachar a correspondência administrativa, manter em ordem a documentação administrativa.

  16. Compete ao Tesoureiro Nacional manter na forma comercial um registro de todo o movimento financeiro da Entidade, pronto em todo o tempo para a inspeção pelos auditores designados pela Diretoria, abrir, guardar e contabilizar os valores da Entidade e efetuar um balanço nas Convenções Nacionais.

  17. Os membros da Diretoria Nacional servirão de procuradores para manter em segurança o patrimônio da entidade.

  18. Todas as Diretorias Estaduais e suas atividades estarão amigavelmente sujeitas à Diretoria Nacional. Todos os obreiros credenciados e igrejas locais estarão sujeitas a sua Diretoria Estadual.

  19. A Diretoria Nacional poderá realizar reuniões anuais ou bienais para efetuar os propósitos da Convenção Nacional, e para promover a fraternidade entre as igrejas estaduais. A Diretoria Estadual poderá realizar reuniões trimestrais para efetuar seus propósitos.

 

 

CAPÍTULO 19

MODELO PROGRAMAÇÃO

CONVENÇÃO NACIONAL

 

 

CONVENÇÃO NACIONAL

  1. A Convenção Nacional marcará a data e lugar da próxima convenção. A mesma se realizará de 04(quatro) em 04(quatro) anos. A Convenção Nacional se constituirá dos Ministros (pastores), Presbíteros, Evangelistas, pregadores e Obreiros, bem como de oficiais do CMS de cada Estado, FHC, JMC, Junta da Missão Nacional e Evangelismo, Junta do Departamento de Educação, e um delegado de cada igreja local para cada 25 membros ou fração. O Superintendente Nacional dará início à Convenção na hora marcada.

  2. Os procedimentos de negócios serão como segue:

  1. Matrícula.

  2. Marcação das horas de negócio.

  3. Relatório da diretoria nacional.

  4. Relatório do superintendente de cada Estado.

  5. Relatórios de uma Igreja Local quando indicada

  6. Eleição de Comissões (Quando necessário).

  7. Relatório de Credenciados (Quando necessário)

  8. Relatórios das comissões.

  9. Apresentação dos Candidatos que irão receber Credenciais.

  10. Assuntos Eventuais.

  11. Escolha da hora e lugar da próxima Conferência.

  12. Aprovação das Atas.

  13. Despedidas.

 

CAPÍTULO 20

DIREITO DOS MEMBROS DA DIRETORIA NACIONAL

 

  1. Acusação contra um membro da Diretoria Estadual ou Diretoria Nacional serão registrada na sede nacional somente se a maioria da Diretoria Nacional pensa que é legítima. O mesmo será suspenso temporariamente até a Diretoria Nacional poder executar a investigação.

  2. A Diretoria Nacional escolherá três(3) pessoas para irem a área para dar audiência para resolver o caso se for possível ou a própria diretoria fará o trabalho. Estes três(3) tem a autoridade de demitir o acusado se tiver evidência suficiente de má conduta, a mesma decisão sendo sujeito à Diretoria Nacional.

  3. A Diretoria Nacional pode absolver ou pode excluir o acusado de acordo com as acusações. Se o acusado é achado inocente, ele volta automaticamente a posição em que estava. O secretário nacional providenciará e expedirá uma carta declarando a inocência ou exclusão do acusado.

  4. No caso de expulsão, morte, ou resignação do superintendente nacional, o primeiro assistente passará para o cargo vago. O segundo assistente passará para a posição do primeiro assistente. Uma posição ficando vaga será preenchida por alguém indicado pela Diretoria Nacional até a próxima Convenção Nacional. Se não houver pessoas suficientes para preencher todas as posições da Diretoria Nacional, as ditas posições ficarão vagas até a próxima Convenção Nacional.

  5. Se a qualquer momento um obreiro credenciado em qualquer Estado for achado contra ele qualquer acusação civil de conduta imoral, será o mesmo colocado em suspensão pela Diretoria Estadual ou Nacional até ser averiguada a acusação. Esta suspensão será imediata.

 

 

CAPÍTULO 21

CONFERÊNCIA ESTADUAL

 

  1. Cada estado terá sua conferência anual. Não se reunirão em Convenção estadual, pois suas igrejas locais estão sujeitas a um único superintendente estadual. Somente haverá convenção nacional por estarem as diretorias estadual filiadas a Convenção Nacional.

 

  1. A realização da conferência anual será para promover a fraternidade entre os obreiros, igrejas locais e membros, e promover propósitos para a Convenção Nacional. A ordem de negócios das Conferências Estaduais anuais poderá ser  igual ou diferente a da Convenção Nacional.  As Conferências Estaduais anuais só poderão fazer decisões oficiais para os seus respectivos estados e não poderão contrariar o Regimento interno da entidade.

 

 

 

CAPÍTULO 22

TRANSFERÊNCIA DE MINISTROS E OBREIROS

CREDENCIADOS

 

  1. O Ministro Ordenado que deseja uma carta de transferência se dirigirá ao Superintendente do Estado para o qual deseja se transferir. E o secretário solicitará ao Estado onde a pessoa é membro pedindo a transferência e um relatório das atividades do dito pastor.

  2. Quando a carta de transferência é recebida do Estado anterior, a carta será apresentada a diretoria do novo Estado para aceitação.

 

 

CAPÍTULO 23

APONTAÇÕES

 

 

VOTO POR CÉDULA:

  1. Todas as eleições, quando necessário,  Nacional, Estadual e Local serão feitas por votação à cédula quando existir mais do que uma pessoa.

 

 

 

VOTAÇÃO DE EXAMINAÇÃO PASTORAL:

  1. Um pedido através do presidente da Junta local da Igreja, ou qualquer membro designado da Junta pode pedir uma votação de examinação pastoral pelo corpo da Igreja local, não mais do que uma vez a cada dois anos. Reuniões na igreja convocadas com a finalidade de uma votação de examinação pastoral deve ser moderada e por um membro da Comissão Judiciária Estadual. A igreja será avisada com 30 dias de antecedência da votação. O resultado será dado imediatamente ao corpo da igreja. A votação de examinação não é nenhuma votação de eliminação ou retirada do pastor, e embora o resultado seja desfavorável ao pastor, ele pode permanecer conforme aprovação da Comissão Judiciária até outro substituir, ou pode escolher renunciar. A cédula será da forma abaixo com espaço para o membro escrever seu nome:

______________________”Sim, eu prefiro que o pastor permaneça.

______________________”Não, eu prefiro uma mudança.

 

  1. Se a votação de examinação pastoral revela que uma maioria dos membros presentes preferem uma mudança, uma eleição oficial será determinada, mão menos de 30 dias e nem mais que 45 dias de data de votação de examinação. Se um pastor vai antes e renuncia o pastorado de livre vontade, a igreja terá que ter uma apontação de pastor dentro de 30 dias.

  2. O pastor de cada igreja local será apontado pela Comissão Judiciária Estadual mediante uma votação de confiança pelos membros da referida igreja. Ninguém com menos de 14 anos de idade podem participar da votação pastoral. Somente os que tem sido membro por 90 dias podem votar.

  3. Cada igreja local será avisada com 30 dias de antecedência de uma nova apontação pastoral. Se houver votação de confiança, somente os votos dos membros presentes serão legais. Nenhuma solicitação de voto será permitida.

 

APONTAÇÃO DE OFICIAIS ESTADUAIS E NACIONAIS:

  1. O pastor local será apontado pelo superintendente estadual por tempo indeterminado. Oficiais locais serão apontados anualmente pelo pastor local. Oficiais Nacionais serão apontados de 4 (quatro) em 4(quatro) anos pelo Departamento de Missões Mundiais. A Entidade Nacional realizará uma Convenção de 4 (quatro) em 4 (quatro) anos, pela qual relatórios financeiros e estatísticos serão publicados.

  2. O Superintendente Estadual será apontado pelo Superintendente Nacional por tempo indeterminado. O Estado terá conferência anualmente ou bienalmente. Cada Estado terá escolha para realizar conferências trimestrais ou semestrais para efetuar os propósitos da Conferência anual ou bienal.

 

  1. Ninguém será permitido servir em qualquer posição Estadual ou  Nacional  que esteja divorciado e casado novamente; a menos que ele seja a parte inocente e qualificado de acordo com Mateus 5:32, Mateus 19:9, e 1Coríntios 7:15.

 

 

CAPÍTULO 24

DEPARTAMENTO DA MISSÃO ESTADUAL E EVANGELISMO

 

NOME:

O nome oficial deste departamento será o DEPARTAMENTO DA MISSÃO ESTADUAL E EVANGELISMO da igreja congregacional pentecostal.

 

AUTORIZAÇÃO E PROPÓSITO:

  1. Este departamento assumirá a responsabilidade de fazer todo o possível de espalhar o evangelho dentro do Estado.

  2. O propósito será procurar as regiões negligenciadas fora dos muros da igreja local, ou aonde não tem uma igreja, ou aonde tem pessoas e condições para estabelecer uma igreja e organizar uma Igreja Congregacional Pentecostal que se sustenta a si mesma.

 

GOVERNO E ORGANIZAÇÃO:

  1. Este departamento terá uma junta composta de cinco membros incluindo um diretor de missão estadual. A junta será apontada pela comissão judiciária estadual.  O diretor presidirá esta junta da missão estadual e evangelismo. A própria junta escolherá o diretor assistente e o secretário dentre os membros da mesma.

  2. O diretor da missão estadual e evangelismo deve ter ao menos 25 anos de idade tendo feito parte da entidade como ministro ordenado por ao menos 5 anos como bom exemplo.

  3. Todas as atividades e decisões da junta serão sujeitas a comissão judiciária nacional.

  4. A junta da missão estadual e evangelismo se governará pelos estatutos do departamento

  5. Nós recomendamos que cada estado tenha um departamento de missão e evangelismo e que a mesma tenha um diretor e uma junta. E que eles desenvolvam um programa de missões e evangelismo para crescimento do ministério e para ajudar a igreja local.

  6. Nós recomendamos que o segundo domingo de abril seja separado para o DIA DE MISSÕES; local, estadual e nacional. Neste dia deve se receber ofertas especiais para missões, com o propósito de implantar novas igrejas.

 

 

CAPÍTULO 25

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO

 

NOME:

O nome oficial deste departamento é o DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO da igreja Congregacional Pentecostal.

 

AUTORIZAÇÃO E PROPÓSITOS

                Este departamento assumirá a responsabilidade de promover a instrução e liderança nos vários trabalhos da igreja.

                O Departamento de Educação Cristã consiste dos seguintes ministérios.

  • Escola Bíblica; Treinamento de liderança;

  • Seminários de crescimento de igreja; Educação Cristã.

  • Doutrina; Administração.

 

GONVERNO E ORGANIZAÇÃO

                O departamento será composto de cinco(5) membros constituindo uma Junta executiva, os quais devem possuir interesse espiritual e educacional. A responsabilidade desta Junta será servir como ligação entre todos os departamentos para a promoção educacional da entidade. Esta Junta formulará estatutos do departamento para se realizarem. Todas as atividades e decisões do departamento serão sujeitas à Comissão Judiciária Estadual.

 

                O Diretor do Departamento de Educação deve Ter pelo menos 25 anos de idade e os demais membros pelo menos 21 anos de idade. Todos devem ser membros da Igreja Congregacional Pentecostal com pelo menos 5 anos e ter bom testemunho.

 

                A diretoria do Departamento será de nível Estadual

 

ESCOLA BÍBLICA:

  1. O Diretor de Educação Cristã servirá como Diretor Estadual das Escolas Bíblicas nas igrejas locais.

  2. A Escola Bíblia terá nível local e Estadual.

  3. As metas e objetivos da Escola Bíblica são como segue:

    1. Ganhar o perdido para Jesus Cristo.

    2. Produzir efetivo testemunho que possa compartilhar a palavra com os outros.

    3. Ensinar a Palavra de Deus.

    4. Fortalecer e amadurecer os crentes.

    5. Servir como um ministério para às necessidades da comunidade.

    6. Produzir obreiros dispostos para o reino de Deus.

 

  1. Os oficiais locais da Escola Bíblica consistem no seguinte:

    1. Superintendente

    2. Superintendente Assistente

    3. Secretário/Tesoureiro

    4. Coordenador de visitas

    5. Professores

 

  1. Divisão indicada de classes é apresentada no esboço abaixo:

    1. Classe de Homens (Senhores)

    2. Classe de Mulheres (Senhoras)

    3. Classe de Jovens (Acima de 15 anos)

    4. Classe de crianças (Obedecendo faixa de idade)

    5. Classe de novos convertidos

    6. Classe de novos membros

 

 

CAPÍTULO 26

JULGAMENTOS E QUEIXAS NA IGREJA LOCAL

 

  1. Julgamentos e queixas na Igreja Local será realizado somente pelos princípios evangélicos. Mateus 18:15-18; 1Coríntios 6: 1-7; Gálatas 6:12.

  2. Quando uma igreja Local tiver um contenda até ao ponto de causar divisão na igreja, a Comissão Judiciária Estadual será autorizada a expulsar os culpados de má conduta e ajudar a igreja escolher outro pastor se for necessário.

 

 

CAPÍTULO 27

PROGRAMA DE RESTAURAÇÃO DE MINISTROS

 

Os elementos de restauração completa:

 

  1. Confissão e arrependimento. Estes são os primeiros passos necessários. Sem isto não pode haver nenhuma restauração de volta a Deus ou para igreja. A pessoa deve estar disposta a confessar seu pecado e se arrepender, bem como estar disposta a abandonar o pecado.

  2. A pessoa deve estar disposta entrar na história dos assuntos que os conduziram a cair. Isso pode ser doloroso, mas permitirá para a pessoa caída descobrir as circunstâncias que o levaram a cair e evitar tal no futuro. A pessoa que trabalha nesta área tem que ser de muita confiança para não espalhar o assunto para outras  pessoas.

  3. Ele deve estar disposto a submeter aos conselhos e seguir as restrições apresentadas. A pessoa que caiu tem que entender que ele terá que ficar abaixo da posição que tinha até completar a disciplina determinada. Se a pessoa não está disposta a submeter a esses que estão acima dele no Senhor, ele não será considerado restaurado e não poderá receber o seu credencial.

  4. Ele precisa de conforto e garantia. Ninguém saberá melhor que esta pessoa os efeitos do pecado dele. Nós como uma comunidade cristã devemos estar dispostos a dar apoio durante  este período da vida dele. Nós sempre temos que encorajar a pessoa que caiu e nunca tentar destruir a pessoa ferida.

  5. Quando a pessoa é restaurada, deve haver uma declaração oficial desta restauração. Ao término do período de restauração, uma declaração será feita a todas as partes em posições de liderança declarando que a pessoa é restabelecida e retorna para servir com a recomendação da Diretoria Estadual ou Nacional. Esta era a última meta de Jesus e também deve ser nossa última meta.

  6. Embora o credencial seja dado em uma conferência seguinte, o Superintendente Estadual poderá permitir ao ministro caído em estado de restauração, começar a pregar novamente no tempo que julgue ser suficiente, se a pessoa estar realmente obedecendo ao programa de restauração determinado para ele e que esteja pronto para retornar ao ministério.

 

 

 

CAPÍTULO 28

CONDUTA MINISTERIAL

 

 

  1. Desde que a chamada a pregar o Evangelho seja a chamada mais alta que a pessoa possa receber, e para o ministério ser respeitado por todos, o Ministro deve ser idôneo, e deve cumprir as “AS EXIGÊNCIAS PARA SER MEMBRO” e “O QUE MATEMOS”. Se o obreiro credenciado tiver culpado de conduta imoral tal como: relações ilícitas com o sexo oposto, homossexualidade, lesbianismo, ele entregará os seus credenciais. O dito obreiro pode se reconsiderar para credenciais depois de (2) dois anos.

  2. Se qualquer membro credenciado deste corpo se achar em mau comportamento, o acusador dará parte do mesmo à Comissão Judiciária Estadual, a qual investigará o caso. Se a Comissão achar que a acusação é verdade, ela terá o direito de corrigi-lo ou pedir as credenciais do culpado. Antes do julgamento a pessoa acusada deve ser avisada por escrito com 20 dias de antecedência pelo Superintendente Estadual ou Nacional, explicando a natureza da acusação, para que ele possa ter tempo de se preparar para responder a acusação. Se o acusado desejar, ele poderá apresentar o seu caso perante a Conferência Nacional.

  3. Quando o credencial ministerial for revogado, uma cópia das acusações com uma declaração das evidências provadas será entregue a cada estado do país, a qual informará cada pastor, de seu respectivo Estado. A renovação dos credenciais de um obreiro também se refere ao seu cartão de membro na Igreja Local.

  4. Todos os nossos ministros devem ser bons exemplos nas suas vidas diárias, e suas atividades comerciais devem ser sem questão e não devem contrair dívidas além de suas condições financeiras.

  5. Qualquer pessoa credenciada que não prestar relatório pessoalmente ou por escrito durante dois (2) anos será demitido do rol de obreiros. Isto não se refere aos ministros honorários, enfermos ou missionários forasteiros.

 

 

CAPÍTULO 29

APLICAÇÃO PARA CREDENCIAL

 

 

  1. A Igreja Congregacional Pentecostal aprova e aceita as seguinte traduções da Bíblia Sagrada: traduções por João Ferreira de Almeida, (1)Edição Revista e Corrigida, (2) Edição Atualizada, (3)Edição Contemporânea.

  2. São exigidos a todos os candidatos para credenciais obedecer as exigências das conferências da entidade. O processo de classificação do candidato será feito pela Comissão Judiciária do Estado em que ele é membro.

  3. Antes de ser consagrado a Ministro, a pessoa deve ser primeiro chamado a pastorear uma Igreja Congregacional Pentecostal por no mínimo um ano. Para receber o credencial de Ministro, a pessoa deve ter estado pastoreando pelo menos 12 meses. Ele precisa ser solicitado pra receber o credencial e ter pelo menos 18 anos de idade.

  4. A credencial “Ministro” autoriza o portador do mesmo a administrar a Santa Ceia, Batizar nas Águas, Oficiar nos Casamentos, Pastorear Igrejas Locais, pregar o evangelho, e servir nas posições oficiais da Entidade local, Estadual, ou Nacional.

  5. O credencial “Presbítero”, autoriza o portador a exercer as mesmas funções de um Ministro na ausência desse. O presbítero poder ser indicado pelo pastor local como co-pastor ou  pastor auxiliar.

  6. Ninguém receberá credencial neste ministério que não tenha o batismo com o espírito santo (como registrado em Atos 2:4).

  7. Todos os candidatos devem conhecer referências bíblicas pela doutrina que irão pregar, e devem viver de acordo com a Disciplina na Entidade.

  8. A pessoa envolvida em casamento duplo só poderá requerer credencial quando se qualificar de acordo com Mateus 19:9.

  9. Todos os candidatos para Evangelista e Pregador devem primeiro ser observado que o mesmo está em atividade contínua na evangelização e pregação.

  10. O credencial “Evangelista” e “Pregador ” autoriza o portador do mesmo a pregar o evangelho em nossas igrejas, mas não autoriza a pessoa a assumir os deveres de um “Ministro”, tais como: realizar cerimônias de matrimônio (a Menos que realize em Estados onde ele tem autorização pelo Superintendente Estadual), administrar a santa ceia, batizar nas águas, presidir conferências de igrejas locais ou pastorear Igrejas. Todavia, o “Pregador” pode receber autorização para servir como pastor de igrejas locais e realizar todos os deveres de um pastor de uma igreja local sob a autorização e liderança do Superintendente Estadual, mas somente na igreja local onde pastoreia.

  11. O credencial “Obreiro” é uma recomendação da entidade provando que o portador do mesmo está se preparando para o serviço ministerial.

  12. Todos os candidatos para credenciais de “Ministro”, “Presbítero”, “Evangelista”, “Pregador” e “Obreiro”, apresentarão um requerimento da sua igreja local com assinatura do pastor local e do secretário local dirigido á Conferencia Estadual.

  13. Mulheres serão Ordenadas a Pregar o Evangelho e encorajadas a exercitar todos os dons dados pelo Espírito santo.

  14. A pessoa credenciada está sujeita a Diretoria Estadual onde ele está trabalhando. Porém, isto não se aplica a um membro de qualquer Diretoria Estadual, pois este está sujeito a Diretoria Nacional.

  15. Todo credenciado a Ministro  está sujeito a sua Diretoria Estadual.

  16. Todo candidato para credencial “Obreiro” deve está pelo menos 3 meses mostrando suas atividades de sua chamada para o ministério.

 

 

REQUERIMENTO DE CREDENCIAL

 

Ministro (   )   Presbítero(   )   Evangelista(   )  Pregador (   )    Obreiro (   )

 

1.            Nome: ____________________________________________________

                Endereço: ___________________________________________________________

                Cidade: ___________Estado:  ___________Cep:_______

                Telefone ___________________

                Data de Nascimento: ______________________________

2.            Você é casado?_________.  Quanto tempo de          casamento?______________

                Se mais de um casamento, foi divorcio por adultério?(Mt.19:9)_________

                Se mais de um matrimonio, preencha o questionário anexo

3.            Você teve envolvimento em alguma atividade homossexual?__________

4.            Você usa algum tipo de tabaco?________

5.            Grau de instrução:  Fundamental( )  Médio( ) Nível Superior( ) Curso:__________________

                Cursos Teológicos: ________________________________________________

6.            Quanto tempo você é membro da Igreja Congregacional Pentecostal? _______________

                Igreja Local:____________________________

7.            Você é batizado no Espírito Santo? ______________________

8.            Você é batizado as águas em nome do Pai, e do Filho, e o do Espírito Santo?______

9.            Você tem lido a Disciplina da Igreja Congregacional Pentecostal?__________

                Você está de acordo com a disciplina?_____________________________

10.          Tem você estado ativo na pregação?______No ensino?_____ _          Outros?_______________Quanto tempo?_______________.

11.          Você contribuiu com o seu dízimo de acordo com nossa disciplina? ________

        Se não, está disposto a contribuir agora? ___________

  1.         Você tem credencial de alguma outra igreja? ______Ela está vencida? _______

                Por que ele não foi renovada? _____________________________

13.          Você cooperará e estimará sua Comissão Estadual e Nacional?_____________

14.          Você ajudará e contribuirá para os programas Estaduais e Nacionais? _______

15.          Se  candidato a “Pregador Licenciado”, você tem pregado mais do que 50 pregações?______

16.          Se candidato a “Ministro Ordenado”, quanto tempo tem você de “Pregador Licenciado?________________Você tem estado pastoreando alguma igreja?____Quanto tempo?____________Você tem pregado mais do que 100 sermões?__________Você tem vontade de ser um pastor?_____________

17.          Você tem estado recomendado por sua igreja local?_________

___________________

Candidato

___________________

Pastor

___________________

Secretário

 

PARA USO EXCLUSIVO DA DIRETORIA ESTADUAL

 

Data da examinação: ________________________

Aprovado (    )              Rejeitado (   )

_______________________

Superintendente Estadual

 

Observações:

_____________________________________________________________________________________________________________

 

Uma cópia desta será arquivada na Superintendência Estadual e outra será enviada ao Superintendente Nacional.

 

 

 

 

FORMULÁRIO ESPECIAL PARA CANDIDATOS QUE SOLICITAM CREDENCIAL QUE ESTÁ DIVORCIADO E CASADO NOVAMENTE

 

  1. NOME DO CANDIDATO____________________________________________

  2. DATA DO DIVÓRCIO_______________________________________________

  3. BREVE EXPLICAÇÃO DA RAZÃO DO DIVORCIO______________________

        ___________________________________________________________________

  1. DATADO CASAMENTO_____________________________________________

  2. NOME DO CONJUGUE ATUAL_______________________________________

  3. NOME DO CONJUGUE ANTERIOR____________________________________

 

ENDEREÇO:________________________________________________________

TELEFONE:________________________________________________________

 

.

Nota: Somente escrever o nome do Conjugue anterior se o divórcio ocorreu nos últimos cinco anos.

 

Cópia deste formulário será arquivada na Superintendência Estadual e outra enviada à Superintendência Nacional.

 

CAPÍTULO 30

QUALIFICAÇÕES PARA A PLACA DE HONRA MINISTERIAL

 

 

  1. Serão elegíveis os seguintes ministros para a placa de honra:

  1. Ministros com 65 anos de idade que foram pastores por no mínimo 10 anos consecutivos, mesmo estão inativos do pastorado no momento da indicação e que continuam membros da entidade.

  2. Ministros que completaram 15 anos de serviço pastoral e que ainda estão ativos. 

  3. O pedido será enviado ao Secretário Estadual e/ou Superintendente Estadual e a placa de honra será entregue publicamente em uma conferência estadual.

  4. Os mesmos deverão ser avaliados se estão cumprindo o Regimento da entidade antes de serem feito o pedido.

 

 

 

CAPÍTULO 31

CERIMÔNIA PARA RECEBIMENTO DE NOVOS MEMBROS NA IGREJA

 

 

                Durante um serviço no qual o pastor designou como tal, ele pode pedir para o coral cantar uma canção apropriada. Enquanto o coro canta, ele pode perguntar esses que previamente foram aconselhados para ser membro da igreja, vir e se colocar diante da tribuna e de frente para a congregação. O ministro então tomará a Bíblia e diante dos candidatos que estão de frente para a congregação e administrará o seguinte:

 

  1. Em apresentar-se para ser membro, você está assumindo uma obrigação solene, e se espera de você que seu voto seja verdadeiro, e fielmente sua obrigação como um membro leal desta igreja.

  2. Você confessa ante esta congregação que você conhece o Senhor Jesus Cristo pessoalmente como seu Salvador e que obteve o perdão de seus pecados? (Sim, eu confesso.)

  3. Você concorda em caminhar na verdade das Escrituras? (Sim, concordo).

  4. Você estar pronto a obedecer e concordar com a Disciplina da Igreja Congregacional Pentecostal como elaborado de acorde com as Escrituras? (Sim, eu estou).

  5. Você concorda ficar sujeito às deliberações da Igreja e receber advertências quando for necessário, no senhor? (Sim, concordo).

  6. Você apoiará a igreja com sua freqüência e meios disponíveis, dando o melhor de sua capacidade e colocar sempre na obediência a Bíblia e a disposição da Igreja local, estadual e Nacional? (O Ministro, voltando para a congregação, pode dizer:)

  7. Existe alguém aqui que pode provar alguma causa porque esta pessoa não pode ser recebida como membro desta igreja?

  8. Pela autoridade investida em mim, como ministro da Igreja Congregacional Pentecostal, eu tenho grande prazer de dar boas-vindas ao irmão (ã)______como membro desta igreja.

    1. O ministro orará então pela fidelidade continua e bem-estar do novo

Membro. Depois o secretário da igreja tomará os dados do novo membro.

  1. O ministro estenderá então a cada novo membro a mão direita como

Companheirismo, e também convida a  congregação inteira a vir e fazer o mesmo.

                   

 

CAPÍTULO 32

OFICIAIS GERAIS E COMISSÕES GERAIS – ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA(EUA)

 

  1. A Conferência Geral nos EUA elegerá os seguintes oficiais: O Superintendente geral, 1a. Superintendente Assistente Geral, 2a. Superintendente Assistente Geral. Secretário Geral, Tesoureiro Geral. Estes oficiais constituirão a JUNTA EXECUTIVA GERAL.Cada membro desta Junta terá pelo menos 30 anos de idade e devem Ter feito parte desta entidade como Ministro Ordenado por 10 anos consecutivo com boa conduta e Ter tido no mínimo 3 anos de experiência pastoral. O Superintendente de Missões Mundiais, o Diretor de educação Cristã. O Diretor de Missão Nacional e Evangelismo também serão eleitos nesta Conferência.

  2. A COMISSÃO GERAL se constituíra da JUNTA EXECUTIVA GERAL, Comissões Judiciárias Distritais, Superintendentes dos Departamentos, Presidentes Gerais da FHC, Presidente Geral do CMS. A COMISSÃO GERAL realizará qualquer negócio da igreja que surge durante o período de uma Conferência Geral para outra.

  3. O Superintendente Geral junto com a COMISSÃO GERAL terão autoridade de realizar qualquer negócio de benefício à obra em geral que seja de acordo com a Disciplina.

  4. O Superintendente Geral eleito numa Conferência Geral presidirá na seguinte Conferência Geral. O Secretário Geral termina o seu trabalho de seu termo quando as atas estão preparadas para a publicação.

  5. Ninguém será eleito a mais do que um posição geral que daria poder judicial, a menos que seja aprovado pela Conferência Geral.

  6. Quando houver interpretações variadas sobre qualquer assunto no Regimento por causa do fraseado da mesma, a decisão da JUNTA EXECUTIVA GERAL será a interpretação oficial.

 

 

CAPÍTULO 33

DEPARTAMENTO DA MISSÃO MUNDIAL

 

NOME:

O nome oficial desta organização é o DEPARTAMENTO DA MISSÃO MUNDIAL da Igreja Congregacional Pentecostal.

 

AUTORIZAÇÃO E PROPÓSITO

  1. Este Departamento assumirá a responsabilidade de fazer todo o possível de espalhar o Evangelho para terras forasteiras.

  2. Nosso propósito será procurar regiões negligenciadas onde o Evangelho não tem sido pregado, bem como estabelecer igrejas nacionais auto-sustentáveis, autônomas, automultiplicáveis.

  3. Nos locais onde os Missionários Pentecostais já estão instalados, conferências acontecerão entre os irmãos e o Departamento de Missões Mundiais e um prévio plano satisfatório acertado para estabelecer estações em tais locais.

 

GOVERNO E ORGANIZAÇÃO

  1. Este Departamento terá um superintendente e uma Junta composta de seis membros. A Junta será apontada pela Junta Executiva Geral e aprovada pela Comissão Geral. O Superintendente presidirá esta Junta Da Missão Mundial. A Própria Junta Da Missão Mundial escolherá o Superintendente Assistente e Secretário dentre os membros da mesma.

  2. O Superintendente Da Missão Mundial deve Ter ao menos 25 anos de idade tendo feito parte da entidade como Ministro Ordenado por ao menos 5 anos como bom exemplo.

  3. As responsabilidades desta Junta serão: formar os estatutos do Departamentos, apontar missionários, e outros deveres designados pela Conferência Geral.

  4. Todas  as atividades e decisões da Junta Da Missão Mundial serão sujeitas à Comissão Geral.

  5. A Junta Da Missão Mundial se governará pelos Estatutos do Departamento da Missão Mundial.

  6. A junta da Missão Mundial apontará a liderança de todos os países estrangeiros. Este procedimento será parte dos estatutos da Missão Mundial. O processo é como segue:

 

  1. O Superintendente de cada país será selecionado pela Superintendente de Missões Mundiais e pelo representante da América Latina. Esta apontação será aprovada pela Junta de Missões Mundiais e pelo Conselho Executivo Geral.

  2. É recomendado que seja tomado muito cuidado na seleção dos obreiros nacionais e também no estabelecimento da organização nacional de modo que credenciais sejam dadas apenas aos que mantenham alto critério e manifestem real consagração.

  3. Que todos os obreiros nacionais submetam um relatório trimestral ao Superintendente Nacional para que seja avaliado por ele.  Este relatório será expedido ao Superintendente de Missões Mundiais.

  4. SUPERINTENDENTE NACIONAL – Um nativo residente que tenha sido apontado oficialmente pelo Superintendente de Missões Mundiais e pelo Representante da América Latina e aprovado pela Junta de Missões Mundiais e pelo Conselho Executivo Geral.

 

FINANÇAS

  1. Superintendente Nacional

    • Sustento do Superintendente Nacional será determinado pela Junta de Missões Mundiais.

    • Igrejas ou particulares podem enviar fundos designados através do escritório de finanças para o sustento do Superintendente Nacional.

    • O sustento do Superintendente Nacional pode ser pago pelo Fundo da Grande Comissão.

b) Obreiros Nacionais

  • O sustento do Obreiro Nacional virá do Fundo da Grande Comissão e/ ou dos fundos designados.

  • A Junta de Missões Mundiais dará autorização a Comissão Judiciária Nacional das Conferências Nacionais pertinentes e a dita Comissão desembolsará o dinheiro para os obreiros de acordo com as suas necessidades.

  • As subvenções para assistência aos obreiros nacionais serão calculadas e determinadas pela Junta de Missões Mundiais.

 

 

8.   Venda ou Doações de Propriedades, Prédios ou Bens Imobiliários comprados pelo

      Departamentos de Missões Mundiais.

 

  • Nenhum prédio, propriedade ou bem imobiliário da Igreja Congregacional Pentecostal comprado com fundos proveniente do Departamento de Missões Mundiais pode ser vendido, negociado ou doado sem permissão por escrito autenticada e assinada pelo Superintendente de Missões Mundiais e/ou pelo Superintendente Geral da Igreja Congregacional Pentecostal. Todo dinheiro recebido de vendas de tais propriedades deverá ser enviado para o Departamento de Missões Mundiais na cidade de Griffin, Geórgia, EUA, para ser reinvestido no país onde a venda ocorrer. Fica resolvido que: nenhuma Comissão Nacional tem a autoridade de assinar, vender, negociar, doar ou desfazer-se de qualquer maneira de prédios, propriedades ou bens imobiliários a não ser que essas sejam obedecidas.

 

  • Por ocasião de possível venda, negociação ou doação de qualquer propriedade; uma  só assinatura de um membro da comissão Nacional não é suficiente para efetivação da transação. Deve-se incluir todas as assinaturas dos membros da Comissão Nacional bem como as assinaturas do oficial e/ou oficiais do parágrafo acima.

 

 

 

CAPÍTULO 34

MODELO DE DOCUMENTOS

 

1. Certificado de OBREIRO

            Certificamos que o portador ___________tendo satisfeito as exigências para ser        obreiro-auxiliar, é dignamente apresentado o Certificado OBREIRO. Em Fé de que atestamos a ser a verdade, pela Igreja Congregacional Pentecostal assinamo-nos, Superintendente Estadual___________, Secretário Estadual___________.

 

2. Certificado de PREGADOR

          Certificamos que o portador______________tendo satisfeito as exigências para pregar o Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo, é dignamente apresentado o certificado PREGADOR. Em fé de que atestamos a ser a verdade, pela Igreja Congregacional Pentecostal assinamo-nos, Superintendente Estadual__________, Secretário Estadual____________.

 

3.  Certifica de EVANGELISTA

         Certificamos que o portador ________________ tendo satisfeito as exigências para evangelizar e conquistar vidas para Cristo tanto na sua localidade como fora, é dignamente apresentado o certificado de EVANGELISTA. Em fé de que atestamos a ser a verdade, pela Igreja Congregacional Pentecostal assinamo-nos, Superintendente Estadual __________________, Secretário Estadual__________________.

 

4.  Certificado de PRESBÍTERO

          Certificamos que o portador ______________ tendo satisfeito as exigências para ordenação ao ministério do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, é dignamente apresentado este certificado em alta estima com toda a honra, direitos e privilégios para exercer todas as atividades de um Ministro na posição de co-pastor, pastor pregador ou pastor titular. Em fé de que atestamos a ser a verdade pela Igreja Congregacional Pentecostal assinamo-nos, Superintendente Estadual________________, secretário Estadual_________________.

 

5.  Certificado de MINISTRO

          Certificamos que o portador ________________, tendo satisfeito as exigências para  Ordenação ao ministério do Evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo, é dignamente apresentado este certificado em alta estima com toda a honra, direitos e privilégios para administrar a Santa Ceia, batizar, oficiar nos casamentos, pastorear o rebanho de Deus, vigiando não como dominador sobre os que lhe foi confiado mas sim como bom exemplo às ovelhas. Em Fé de que atestamos a ser a verdade, pela Igreja Congregacional Pentecostal assinamo-nos, superintendente Estadual___________, Secretário Estadual ______________. .

 

 

6. Carta de recomendação

           Pelo presente instrumento de recomendação de recomendação a Igreja Congregacional pentecostal de _________, vem declarar que o portador desta, ______é membro satisfatório da mesma tendo permanecido em plena comunhão e paz nesta igreja local. Em fé de que atestamos a ser a verdade assinamo-nos. Pastor ______, Secretário_________. Data_________. (Válido somente por três (3) meses.

7. Requerimento de Credencial

              Ilmo. Comissão Judiciária Estadual da Igreja Congregacional Pentecostal no Estado _____________. A Igreja Congregacional Pentecostal de ____________, vem mui respeitosamente apresentar o membro idôneo__________, a fim de pedir de V. S. que se digne conceder o certificado ____________, pelo qual nós nos responsabilizamos perante a entidade atestando que o mesmo é obreiro de grande capacidade espiritual. Por ser a verdade assinamo-nos. N. Termos, P. Deferimentos, Data_______, Pastor_________, Secretário______, Membro apresentado.

​© 2018 por Igreja Congregacional Pentecostal

Rua Joaquim Manuel de Macedo, 279 - Henrique Jorge

Fortaleza - Ceará - Brasil

 

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